A Gerência Regional de Educação de São Miguel do Oeste, através
do Setor de Apoio ao Estudante está desenvolvendo um roteiro de estudo com os
membros do CDE para orientações e reflexões necessárias à organização e
funcionamento desses conselhos nas escolas da rede pública estadual de ensino,
bem como efetuar a pré-inscrição do curso de 40 hs para capacitar os
conselheiros escolares em 2015.
segunda-feira, 1 de junho de 2015
terça-feira, 26 de maio de 2015
domingo, 24 de maio de 2015
Relatórios Parajasc 2015
A Gerência de Educação agradece as Unidades Escolares que estiveram envolvidas com os trabalhos relativos aos Parajasc. A Equipe de Ensino da GERED reconhece que o trabalho realizado em parceria teve êxito reconhecido pelos organizadores da FESPORTE. Agradecemos e contamos igualmente com a participação das Escolas nas próximas realizações.
quinta-feira, 30 de abril de 2015
Formação Continuada - Proposta Curricular de Santa Catarina
ETAPA 1 - Post
Educação
Básica e Formação Integral - Proposta Curricular de Santa Catarina
A reorganização do estudo da
Proposta Curricular de Santa Catarina remete-nos a compreender varias frentes
do estudo. O percurso formativo, a organização curricular e a diversidade devem
ser levados em consideração ao longo do estudo.
A organização curricular é
que vai constituir a diversidade do estudante.
Por isto, entende-se que é por meio da apropriação dos diferentes
elementos da cultura que cada indivíduo desenvolve suas capacidades. Contudo, a
revisão das práticas pedagógicas que considerem as potencialidades humanas,
sejam elas físicas/motoras, emocionais/afetivas, artísticas, linguísticas,
expressivo-sociais, cognitivas, dentre outras, contribuem para o desenvolvimento
do ser omnilateral, com respeito ao direito da igualdade.
No entanto, a emerge uma
nova observação do conhecimento e a atividade de ensinar com mudanças no seu
processo metodológico, sendo: síntese histórica do conceito; o problema
desencadeador do processo de construção do conceito e a síntese da solução
coletiva, mediada pelo educador. (MOURA, 1996). Esta ordem de construção do
conhecimento faz com que sejam revistos os caminhos do percurso formativo, pois
o processo está sendo mutável e dinâmico para atender a função primitiva da
escola combinada com o papel social da escola.
Por isto, a necessidade de
organizar e alinhar a pratica com os conteúdos requerendo novas condições e
metodologias para a transmissão do conhecimento. A Gestão do Conhecimento em
todas as suas dimensões e níveis de entendimento, transformando-se a interação
da tangível com o intangível e vice-versa. Este tipo de consideração perpassa
por gerações, produções de atividades vivenciais e a mediação não é fator
condicionante para que isto ocorra, pois existem varias formas de apurar tais
conceitos.
Por fim, o processo de
elaboração conceitual deve levar o desenvolvimento da consciência que nada mais
é do que o encontro do conceito cotidiano e dos sistematizado. Dai que o
conceito surge como forma de atividade mental da qual se reproduz o objeto e o
sistema de suas relações, refletindo-se a universalidade e a essência do
movimento do objeto material. Ao
realizar operações mentais, os conceitos sistematizados oferecem a sustentação
da compreensão da realidade na perspectiva da totalidade, ainda que as
informações sejam oferecidas de maneira fragmentada. A capacidade da
generalização dos conceitos fragmentados pelos diferentes componentes
curriculares encontram espaço e forma para oferecer uma compreensão totalizada
da realidade analisada.
Então, a ação pedagógica da
escola (enquanto espaço da construção do conhecimento) deve ter como viés esta
nova dinâmica metodológica, que levar ao estudante ao entendimento pleno do
conteúdo aplicando-se ao seu cotidiano.
A importância da intervenção
da ação pedagógica que buscam desenvolver a análise e a generalização da
atenção voluntária e da memória lógica rebatem a sistematização dos conceitos
científicos, sistematizados e elaborados, destruindo-se por sí, quando
aplicados ao cotidiano do aluno. Porém, cabe ao mediador do processo dinamizar
este procedimento metodológico, partindo-se do principio de valorizar o saber
vivido dos alunos e sua realidade conceitual.
Neste sentido, todos os
espaços escolares, são instrumentos e condutos de formação pedagógica, quer
seja o pátio, refeitório, salas de aulas, laboratórios, bosques, etc... são
locais de constatação, de pesquisa e de atividades vivenciais, intervindo
diretamente à organização curricular, à luz do percurso formativo, sendo
materializado por ele mesmo. Por quanto, os ciclos de formação são
caracterizados respeitando-se as peculiaridades de cada grupo.
Em contrapartida, a
avaliação deve passar uma reformulação a fim de medir a amplitude do conhecimento
e a profundidade da aprendizagem. Com base neste resultado ter-se-á informações
relevantes à cerca do s aspectos do currículo no percurso formativo, que
subsidiarão a tomada de decisão no delineamento das atividades e/ou seu seus
possíveis ajustes, buscando cada vez mais a melhoria da aprendizagem. Portanto,
os objetivos propostos devem ser amplamente entendidos, pois o sucesso deste
dependerá da intensidade de vezes que serão atingidos.
O caráter formativo
(diagnóstico, intervenção e replanejamento) é fundamental para a sistematização
do processo de apropriação do conhecimento. Este roteiro proporciona uma nova
visão da avaliação da aprendizagem que requer coadunar esta com o Projeto
Político Pedagógico e as práticas escolares. Levar em conta as avaliações de
larga escala, bem como as avaliações institucionais, remetem à uma análise da
mais pontual. De um lado temos a avaliação individual e de outro a avaliação
coletiva, que considera o “score” da
unidade escolar como um todo. Também que, estas avaliações colocam a escola e
seus estudantes, em relação aos resultados, como sendo um viés de oportunidade
para ingresso em instâncias diferentes dos níveis de ensino.
Como pano de fundo da
Educação Básica tem a Educação Integral. As duas formas de se classificar a
educação, buscam se locupletar nos enunciados das teorias e considerações
literárias, visando desenhar o aluno como eterno aprendiz e, por conseguinte a
construção de Ser cidadão. Os equívocos
curriculares devem dar lugar a versatilidade dos professores que, buscam com
conteúdos aplicáveis ao dia-dia dos estudantes entenderem a teoria estudada
através de sua corroboração ou refutação.
Contudo, cabe aos
professores e demais profissionais da Educação, fazer um esforço para
transcender este momento contemporâneo com o intuito de concretizar o novo
processo de construção dos saberes num novo espaço escolar para além da sala de
aula.
Beatriz Naue, Celia Bianchi,
Gisley Baretta, Inês Soprano, Joveci Vidori, Lurdes Faotto, Rosangela Fiameti.
sexta-feira, 24 de abril de 2015
sexta-feira, 27 de março de 2015
quinta-feira, 12 de março de 2015
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